Do “pobre de direita” ao intelectual pobre de ideias

Última edição em abril 26, 2026, 08:37

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Quando a teoria precede o campo, a pesquisa não descobre nada — apenas confirma o que o autor e o leitor já acreditavam.

Era um rapaz preto, jovem, de bermuda, dirigindo um carro que não era novo. Provavelmente alugado por diária, como fazem muitos motoristas de aplicativo em São Paulo. Ele estava ouvindo notícias no rádio. Em algum momento mudou para uma rádio gospel. Ficou um tempo ouvindo. Depois desligou.

Fiquei pensando: o que aquela música dizia que ele precisava ouvir?

Não é uma pergunta banal. Durante a pandemia, o consumo de música gospel cresceu de forma expressiva no Brasil, inclusive entre pessoas sem nenhum vínculo formal com igrejas. O que as pessoas buscavam eram palavras de conforto num momento de medo. O motorista de aplicativo em São Paulo não está em situação diferente. São muitas horas dentro de um carro, num trânsito agressivo, numa cidade que oferece pouco a quem trabalha como ele. Uma voz que diz que você importa, que há saída, que alguém te vê — isso não é pouca coisa quando o resto do dia não oferece nada parecido.

Por que tantos trabalhadores periféricos, muitos deles jovens e negros, têm alguma relação com o universo evangélico — seja como membros formais, seja ouvindo gospel no carro, seja porque a mãe insiste em levar a família para a igreja? A resposta que circula entre boa parte da esquerda ilustrada é conhecida: manipulação. Pastores carismáticos exploram quem não foi à escola. O pobre não consegue pensar com clareza sobre seus próprios interesses. A expressão que ganhou prestígio para nomear esse fenômeno — “pobre de direita”, que circula no vocabulário da esquerda acadêmica a partir do sociólogo Jessé de Souza — carrega essa premissa embutida: o trabalhador pobre que frequenta a igreja evangélica e não vota como a academia acha que deveria é alguém que foi enganado, que age contra si mesmo.

Há uma ironia nisso que vale parar para examinar. O marxismo e a tradição crítica nasceram da afirmação do trabalhador como sujeito histórico consciente, capaz de entender sua condição e agir sobre ela. Uma versão brasileira contemporânea dessa tradição frequentemente termina num intelectual que nunca pisou numa Assembleia de Deus de periferia, que não leu Cecília Mariz ou Christina Vital, explicando que o trabalhador que frequenta a igreja não sabe o que faz. O guardião da consciência de classe não conhece a classe que diz guardar.

O que a pesquisa mostra — e como foi feita

O evangélico típico no Brasil não é quem aparece no Congresso defendendo pautas conservadoras. Segundo o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo IBGE em junho de 2025, 55,4% dos evangélicos são mulheres. Entre os pentecostais especificamente, que puxam o crescimento do segmento, 57,3% são pretos e pardos — tornando o pentecostalismo a denominação com maior representatividade negra no país. Cerca de 63,7% ganham até um salário mínimo. Em 1991, os evangélicos representavam 9% da população brasileira. Em 2022, chegaram a 26,9% — quase 47,5 milhões de pessoas. O crescimento é mais intenso entre jovens: na faixa de 10 a 14 anos, 31% já se identificam como evangélicos. Todos esses dados são do mesmo Censo 2022 do IBGE.

Do outro lado da equação social, o cenário é o inverso. Segundo o mesmo Censo, entre os que se declaram brancos, 8,4% se declaram sem religião, número que cresce entre os com ensino superior. O ateísmo e a irreligiosidade são, no Brasil, fenômenos majoritariamente brancos e escolarizados. Quando a classe média ilustrada olha para o pobre que vai à igreja e diz que ele precisaria de educação, está descrevendo, sem perceber, a si mesma pelo avesso: foi ela que construiu a irreligião como consequência de ter rede de segurança.

Esses números vêm de décadas de pesquisa de campo feita por sociólogos e antropólogos que foram aos lugares. A socióloga Cecília Mariz (UFPE/UFF) passou anos em favelas do Rio de Janeiro nos anos 1980 e 1990, pesquisa publicada em Coping with Poverty: Pentecostals and Base Communities in Brazil (Temple University Press, 1994). A pesquisadora Christina Vital (UFF) ficou no Complexo de Acari e no Morro Dona Marta de 1996 a 2009, resultando no livro Oração de Traficante: uma etnografia (Garamond, 2011). Maria das Dores Campos Machado (UFRJ) construiu sua análise sobre mulheres e pentecostalismo ao longo de décadas de entrevistas em periferias urbanas, condensadas em Carismáticos e Pentecostais: adesão religiosa na esfera familiar (Autores Associados/ANPOCS, 1996), entre outros trabalhos. O que descreveram sobre agência, disciplina e maternidade emergiu do campo — não foi levado para o campo para ser confirmado.

Isso importa porque existe outro tipo de produção sobre o mesmo tema. No livro O Pobre de Direita — A Vingança dos Bastardos (Civilização Brasileira, 2024), Jessé de Souza descreve sua metodologia em entrevista ao jornal Extra Classe de setembro de 2024: ela “não foi apenas técnica, baseada em dados frios, mas também se formou a partir de minhas vivências e experiências pessoais” — notadamente sua mudança para São Paulo em 2017. O livro tem entrevistas com trabalhadores periféricos, mas a conclusão — que o pobre evangélico é manipulado nas suas vulnerabilidades — estava formulada antes delas. A pergunta que move o livro, explicitada no próprio texto, é “por que os pobres votaram em Bolsonaro contra seus melhores interesses”. A expressão “melhores interesses” já encerra o argumento antes de qualquer dado. Quem define quais são os melhores interesses do trabalhador periférico? O sociólogo, de fora.

Isso tem um nome: viés de confirmação. A teoria vai ao campo buscar rostos para ilustrá-la, não evidências que a desafiem. Quando um entrevistado diz algo que não cabe na tese — como creditar à igreja parte de sua trajetória positiva — isso é reinterpretado dentro do quadro da manipulação. O campo nunca surpreende o pesquisador. E um livro que nunca é surpreendido pelo campo não é pesquisa. É retórica com aparência de pesquisa.

Esse tipo de produção circula bem em ambientes acadêmicos progressistas porque confirma o que esse ambiente já acredita. Vende bem pelo mesmo motivo. Não precisa se confrontar com a literatura empírica que o contradiz — porque essa literatura não gera o mesmo frisson político, não chega nas mesmas resenhas, não aparece nas mesmas rodas. A direita tem seus próprios mercados de confirmação, é preciso dizer. Mas o ponto aqui é específico: quando a sociologia parte da conclusão para depois buscar as evidências, ela não explica o mundo. Ela se explica a si mesma — e ao público que quer agradar.

Uma vida sem rede de segurança

Para entender por que o trabalhador periférico vai à igreja, é necessário partir do que a vida dele de fato é.

Ele trabalha sem carteira assinada, sem férias, sem plano de saúde. Depende do SUS. Mora em bairro que a polícia trata como território suspeito. Cresceu vendo amigos serem aliciados pelo tráfico. Tem filhos. A escola pública do bairro é o que é. O Estado aparece para ele principalmente na forma de ausência ou truculência. Não há rede de segurança. Quando algo dá errado, ele resolve com quem está ao redor.

A pergunta relevante não é por que ele vai à igreja. É qual outra instituição oferece o que a igreja oferece.

Em entrevista à Agência Brasil em novembro de 2023, o sociólogo Paulo Gracino Júnior, professor da Universidade de Brasília e autor de A Demanda por Deuses (Editora Uerj/Faperj, 2015), foi direto: “A maioria absoluta dos evangélicos é mulher negra e periférica” — as pessoas mais vulneráveis da sociedade brasileira. E essas mulheres, segundo ele, “veem a religião evangélica como estratégia de se manter em periferias extremamente violentas e machistas. A igreja é um lugar em que a mulher pode narrar seu sofrimento. Narrar e ser ouvida.” Na mesma entrevista, Gracino Júnior afirmou: “Não dá pra gente dizer que uma mulher preta, pobre e da periferia, é fascista. Ela não é fascista e nem massa de manobra.”

Para quem vive invisível — para quem introjetou que sua pobreza não tem saída — ser ouvido não é detalhe. É o começo de alguma coisa.

A socióloga Cecília Mariz, em pesquisa publicada em 1994, identificou um aspecto que a análise de fora frequentemente ignora: o pentecostalismo expõe os fiéis a experiências que ela chama de modernizadoras. A nova ética que a conversão exige — controle do corpo, organização do tempo, estudo da Bíblia, participação em grupos — reforça hábitos com efeito prático na vida cotidiana. Para ler a Bíblia, é preciso saber ler. Para participar dos grupos de discussão, é preciso argumentar. Em muitas igrejas periféricas estão os cursos de alfabetização de adultos.

Há também as redes. Segundo a pesquisa de Mariz, as igrejas conectam pessoas de outros bairros e outras cidades, ampliando o capital social de quem de outra forma estaria limitado às relações do próprio bairro. Em pesquisa etnográfica publicada em 2025 pelo sociólogo Jefferson Arantes (Unicamp), sobre igrejas autônomas em periferias de Campinas, foram identificadas redes femininas de solidariedade voltadas para o cuidado com os filhos e a troca de alimentos e recursos. Capital social concreto, não retórica.

A mãe, os filhos e o tráfico

Para uma mãe criando filhos na periferia de São Paulo, a questão religiosa raramente começa como questão espiritual. Começa como questão de sobrevivência.

O tráfico recruta precocemente. O crime organizado é visível, presente e tem recursos para oferecer o que o Estado não oferece — prestígio, dinheiro, pertencimento. A escola não dá conta disso sozinha. O Estado não aparece.

Em debate na Fundação FHC publicado em 2024, o antropólogo Ronaldo de Almeida, professor do Departamento de Antropologia da Unicamp e diretor científico do CEBRAP, afirmou que “o crescimento do pentecostalismo está relacionado à percepção de aumento da violência nas regiões periféricas e à presença do crime organizado, principalmente o tráfico de drogas.” Para Almeida, muitas pessoas buscam nas igrejas um espaço onde seus filhos tenham outras companhias, outros modelos, outro horizonte.

A pesquisadora Christina Vital, em anos de campo no Complexo de Acari e no Morro Dona Marta (1996–2009), identificou o que chamou de gramática pentecostal difusa: mesmo pessoas que não se converteram formalmente acionam percepções e valores informados pelo universo evangélico que permeia o bairro. Em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos em 2017, ela observou que “pessoas que não estão ligadas diretamente às igrejas acionam gramáticas, estéticas e percepções sobre o mundo que são muito informadas por um pentecostalismo difuso nessas áreas.” O motorista ouvindo gospel sem ser membro de nenhuma igreja é exatamente isso.

Pais de outras camadas sociais fazem escolhas equivalentes — escola com formação religiosa, atividades em institutos confessionais — pensando na mesma lógica: controlar o ambiente social dos filhos, escolher as amizades que formam. A diferença é que o trabalhador periférico não tem as mesmas opções. Ele tem a igreja.

A disciplina, a competição e a melhora de vida

Em contextos de pobreza estrutural, a referência de melhora de vida tende a ser abstrata — a classe média distante, o mundo da televisão, o que está fora do alcance. A igreja muda o parâmetro de comparação. A referência passa a ser o vizinho, o colega da congregação, alguém na mesma condição mas que sabe mais versículos, cuja casa foi pintada, cuja moto foi comprada, cujos filhos têm roupas melhores. A competição é possível porque o ponto de partida é comum.

Essa competição produz, segundo a pesquisa de Mariz, alfabetização funcional, planejamento financeiro, organização doméstica, redução do consumo de álcool — não por pregação moralista, mas porque o contexto social da igreja torna essas mudanças instrumentalmente vantajosas. O testemunho de quem melhorou de vida dentro da congregação funciona como prova social local. Mais convincente do que qualquer discurso abstrato sobre educação como caminho para a mobilidade. Mais próximo. Mais crível.

O homem, a bebida e a família

O pentecostalismo muda a atitude dos homens em relação à família e ao álcool. A despesa que ia para a bebida vai para a conta de luz. O homem que chegava tarde começa a aparecer no jantar. A violência doméstica recua — não sempre, não automaticamente, mas com frequência suficiente para ser observável.

Em décadas de pesquisa, Maria das Dores Campos Machado documentou que é comum as mulheres se converterem primeiro e trabalharem para converter maridos, filhos e vizinhos. Não por ingenuidade. Por cálculo.

Isso não transforma o pentecostalismo numa instituição feminista. As mesmas igrejas que oferecem às mulheres um espaço de fala e uma rede de apoio também reforçam hierarquias de gênero que em alguns casos as prendem em relações violentas. Segundo o relatório Visível e Invisível, 5ª edição, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2025), 42,7% das mulheres que se identificam como evangélicas sofreram violência ao longo da vida — número superior ao das católicas, que é de 35%. O pastor que aconselha à resignação em vez de encorajar a denúncia é parte do problema. Esses dois fatos coexistem, e os dois precisam ser ditos.

Existe manipulação? Sim, existe. Pastores que usam a posição de intermediários entre o fiel e Deus para enriquecer, para mobilizar votos, para construir impérios financeiros às custas de quem mal tem o quê comer. Isso acontece, está documentado, é grave. Mas os próprios evangélicos sabem disso. Pesquisa Datafolha realizada em julho de 2024 na cidade de São Paulo, com 613 entrevistados, mostrou que 70% dos evangélicos desaprovam indicações de voto feitas por pastores, 76% se incomodam quando o nome de políticos é citado durante o culto, e 90% não se sentem pressionados pela igreja a votar em determinado candidato. O fiel que a análise externa imagina como ovelha obediente ao rebanho pastoral é, na prática, mais crítico em relação à autoridade religiosa do que essa análise supõe.

O conservador que não é de direita

Aqui está um ponto que a narrativa do “pobre de direita” não consegue ver: esse trabalhador periférico, em geral, não é de direita. É lulista. Seu vínculo não é com a esquerda como projeto ideológico, mas com Lula como figura — alguém que, na percepção dele, sabe o que é ser pobre. Nas eleições presidenciais, esse eleitor oscila entre candidatos que demonstrem reconhecimento concreto de sua vida, não fidelidade a uma plataforma programática.

Ao mesmo tempo, ele é conservador em muitos aspectos que independem da religião. O machismo nas periferias brasileiras precede o pentecostalismo e coexiste com ele. A desconfiança em relação a certas pautas progressistas não é produto de sermão dominical — é produto de uma vida em que o Estado raramente apareceu para ajudar e frequentemente apareceu para punir.

O conservadorismo moral do evangélico periférico tem uma raiz específica que a análise externa ignora: ele é construído sobre experiência vivida. Se foi a disciplina da vida na igreja — a família mais estável, a abstinência do álcool, o afastamento de certas sociabilidades — que ajudou essa pessoa a começar a romper com um ciclo que parecia sem saída, então defender esses valores não é alienação. É a generalização de algo que funcionou. Quando ele defende a família tradicional, está em parte defendendo a estrutura que estabilizou a sua casa. Quando é cético em relação a certas pautas progressistas, está também sendo cético em relação a um mundo que nunca apareceu para ajudá-lo — e que agora quer dizer o que ele deve pensar.

O conservadorismo da elite e o conservadorismo do trabalhador evangélico periférico usam às vezes as mesmas palavras, mas não têm a mesma raiz. Um vem da manutenção de privilégio. O outro vem de uma trajetória de sobrevivência. Tratá-los como a mesma coisa é mais um erro analítico que a esquerda ilustrada não percebe que está cometendo.

A academia e o pensamento que ela aceita

Em abril de 2026, o Centro MariAntonia da USP sediou o seminário “Pluralismo e Liberdade Acadêmica nas Universidades”. O diagnóstico central dos participantes foi que as universidades brasileiras correm o risco de se tornar caixas de eco — espaços onde visões divergentes são punidas social ou administrativamente, não por argumentos, mas por pressão de grupo. O debate destacou que a liberdade acadêmica sofre ataques externos, de cortes de verba e pressões políticas vindas da direita, e ataques internos, de patrulhamento ideológico vindo de dentro da própria universidade.

Isso tem relação direta com o tema deste artigo. Quando a pesquisa empírica sobre pentecostalismo e pobreza — feita com anos de campo, com método, com a humildade de quem não sabe o que vai encontrar — contradiz a teoria do pobre manipulado, ela não cancela a teoria. Simplesmente não circula nos mesmos canais. Não gera as mesmas resenhas. Não tem o mesmo mercado. A etnografia séria é trabalhosa, lenta, inconclusiva às vezes. Não é um bom produto para quem precisa confirmar o que o público já acredita.

A ironia é que o mesmo ambiente acadêmico que critica a igreja por sufocar o pensamento crítico dos fiéis pode, em certas configurações, sufocar o pensamento crítico dos próprios pesquisadores. A diferença é que a Igreja pelo menos admite que tem dogmas.

De volta ao rádio

O motorista estava ouvindo louvor às nove da manhã porque São Paulo é tensa e difícil, e aquela música prometia que havia um Deus que o via, que ele importava, que a vida podia ser diferente. Ele provavelmente não frequenta nenhuma igreja. Mas a gramática daquela fé já faz parte do mundo onde cresceu, onde mora, onde vai criar os filhos que tem ou vai ter.

Chamar isso de manipulação é uma forma de não querer ver. É manter o pobre no lugar de objeto da análise, nunca de sujeito dela. É o guardião da consciência de classe que não conhece a classe que guarda.

O trabalhador periférico não precisa de quem explique o que ele sente. Precisa de quem se disponha a ouvir antes de explicar.

Fontes citadas no texto:

Cecília Loreto Mariz — Coping with Poverty: Pentecostals and Base Communities in Brazil, Temple University Press, 1994.

Christina Vital — Oração de Traficante: uma etnografia, Garamond, 2011. Entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, 2017.

Maria das Dores Campos Machado — Carismáticos e Pentecostais: adesão religiosa na esfera familiar, Autores Associados/ANPOCS, 1996.

Jefferson Arantes — pesquisa de mestrado sobre igrejas autônomas em periferias de Campinas, Unicamp. Reportagem publicada em Extra Classe, junho de 2025.

Paulo Gracino Júnior — entrevista à Agência Brasil, 30 de novembro de 2023. Autor de A Demanda por Deuses, Editora Uerj/Faperj, 2015.

Ronaldo de Almeida — debate publicado pela Fundação FHC, 2024.

Jessé de Souza — O Pobre de Direita — A Vingança dos Bastardos, Civilização Brasileira, 2024. Entrevista ao Extra Classe, setembro de 2024. Entrevista a O Globo, outubro de 2024.

IBGE — Censo Demográfico 2022, resultados sobre religião divulgados em junho de 2025.

Datafolha — pesquisa sobre evangélicos e política, São Paulo, julho de 2024 (613 entrevistados, margem de erro de 4 pontos percentuais).

Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil, 5ª edição, 2025.

Seminário “Pluralismo e Liberdade Acadêmica nas Universidades” — Centro MariAntonia, USP, 13 e 14 de abril de 2026.


Foto de capa: Reprodução

Publicado originalmente no blog do autor..

Sobre o autor

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Juliano Spyer
Antropólogo.

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